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Leituras recentes do Marco Aurélio Cremasco

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  Antonio Cescatto e Marco Aurélio Cremasco são os convidados da décima quarta edição de "Às vezes, aos domingos". O encontro acontece em 20 de junho, a partir das 17 horas, no Instagram @antoniocescatto. Seguindo o modelo da proposta, que idealizei em parceria com o Guido Viaro, eles vão se entrevistar e ler textos autorais.   Durante o encontro Marco Aurélio Cremasco pode, se o Cescatto perguntar, comentar livros que ele tem lido recentemente. Para o blog Tulipas Negras, Cremasco conta que diariamente lê poemas. "Entre os livros mais recentes, destaco Cemitério da Filosofia , de Ademir Demarchi. Nesse livro, o Demarchi encontra definitivamente sua voz poética: sintética e poderosa em epigramas (ou à semelhança)".   Cremasco também leu alguns romances, entre os quais O estrangeiro , do Albert Camus, Eva Luna , da Isabel Allende, As cidades invisíveis , do Italo Calvino e Os passos vermelhos de John ou a invenção do tempo , do Luigi Ricciardi.   "De...

Preciosa

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  A Coalhada Artesanal Preciosa apoia "Às vezes, aos domingos", projeto que idealizei em parceria com o Guido Viaro. "Às vezes, aos domingos" inventa palco virtual para escritores paranaenses durante a pandemia.        O que dizer de uma empresa que apoia uma iniciativa cultural? E as coalhadas da Chef Stella Maris Gemin são obras-primas. Faça o seu pedido pelo WhatsApp 41 99156-1623. Coalhada Artesanal Preciosa   é cultura, experimente.

Às vezes, aos domingos no Cândido

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  Na edição 118, de maio de 2021, o Jornal Cândido traz uma reportagem sobre os eventos literários que surgiram na pandemia, entre os quais, "Às vezes, aos domingos". O texto é assinado por Hiago Rizzi e Luiz Felipe Cunha. Confira o fragmento da reportagem com informações sobre "Às vezes, aos domingos".   Conversa informal Os escritores Guido Viaro e Marcio Renato dos Santos, desde 2019, planejavam o formato que conversas informais entre autores deveriam tomar. O isolamento impulsionou o projeto. O   Às Vezes, aos Domingos,   como o nome diz, acontece em ao menos um domingo por mês, no Instagram dos convidados. “O mais importante é promover a literatura paranaense, pujante e plural. Anormal seria silenciar sobre os autores daqui, com a oportunidade e poder de divulgação, focar em outros conteúdos alegando ser cosmopolita — como se aqui no Paraná não fôssemos cosmopolitas”, afirma Marcio. Desde julho do ano passado, mais de 20 autores de todo o estado j...

Noite sem fim

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Em 2019, o Fábio Campana publicou As coisas simples . Li, reli a obra e escrevi um texto, "Noite sem fim" , sobre o livro de poemas, contemplando também aspectos de outras obras do autor que partiu em 29 de maio de 2021, às 19h30.   A escuridão, que evidentemente tem o seu contraponto na existência da luminosidade, a escuridão assim compreendida e, detalhe, arquitetada é o que conduz a produção literária e poética de Fábio Campana ao longo de décadas. Seja em narrativa longa,   Ai   (2007), nos contos de   Todo o sangue   (2004) ou em poemas, por exemplo, no recém-publicado   As coisas simples   (2019), Campana enfrenta o escuro (insisto, apesar da luz) e, em tal situação, apresenta imagens, cenas e narrativas sobre questões humanas.   É possível supor, e isso é mera suposição, que Fábio Campana em seu percurso criativo tenha como   leitmotiv   o poema “Lagoa”, publicado em   Alguma poesia   (1930), o primeiro livro de ...

Click da décima terceira edição de "Às vezes, aos domingos"

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  Daiana Pasquim e Salma Ferraz, 30 de maio de 2021.

HIT

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Anjo noturno: narrativas

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  Se alguém me pergunta: o conto já era? Ou então: tudo já foi feito no conto? Não tenho respostas, mas sei, e isso posso dizer, que Anjo noturno: narrativas (2017), do Sérgio Sant'Anna, aponta caminhos para o conto. Tão bom deslizar pelas entrelinhas e linhas dessas narrativas que conheço, mas que a cada nova leitura provam que não as conheço de fato e talvez nunca as conhecerei plenamente por mais que a elas retorne, como aconteceu nesses dias e noites de maio de 2021. Se tivesse que escolher, somente, 3 contos para reler, um deles seria "Augusta", o primeiro de Anjo noturno: narrativas . Helena e Francisco surgem, apesar de o narrador sugerir que "eles não são de verdade". Estão em uma festa, de onde saem para o espaço-tempo de potência desta experiência artística visceral de Sérgio Sant'Anna. Talvez eles só se materializem por causa da força que existe em um quadro, onde há uma mulher, criação de um artista visual suicida que viveu dentro do apart...