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Clonazepam 2mg

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José Castello na Arte & Letra

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  Hoje o José Castello autografa a nova edição do Inventário das sombras (Record, 2022). A partir das 18 horas. Na Arte & Letra (Rua Desembargador Motta, 2011, Curitiba).

Íntegra da edição 29 de "Às vezes, aos domingos"

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Hoje!

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Ai

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  Hoje tem Ai (Travessa dos Editores, 2007), do Fábio Campana: Ai é um dos pontos altos do projeto cultural de Fábio Campana (1947-2021), artista que elaborou a metáfora da noite para tratar de aspectos existenciais. A noite é recorrente em poemas do autor, a exemplo de “E coisas extraordinárias aconteciam”, do livro O ventre, o vaso, o claustro: canções de ex-menino para amor sem nome (2017), em que um personagem adulto encontra o menino que ele foi: “O moço encontrou o homem/ e mostrou-lhe o menino em sua noite/ de olhos cerrados, a pedir os sóis/ que lhe prometeram.// Pediu ouro, poder e glória/ E exilou-se na escuridão.” A noite, em que o personagem se exila, é retomada no livro seguinte, o último que Campana publicou, As coisas simples (2019). “Desce novamente a noite espessa/ tecida pelo medo”, é a abertura de um poema que, não por acaso, tem como título a palavra-chave “Noite”. E essa noite, tecida pelo medo, é, mais que tema até, cenário na obra do Campana, como está in...

Fabio Santiago lê Candongas não fazem festa

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  O poeta Fabio Santiago lê Candongas não fazem festa (Tulipas Negras, 2022), o meu novo e nono livro de contos: Narrativas breves, polaroids para o tempo que se esvai em sonhos, desmemórias, vertigens, melancolias. Ironias construídas com bisturi e humor ácido. O escritor, Marcio Renato dos Santos, em seu novo livro, CANDONGAS NÃO FAZEM FESTA, nos convida para entrar nesta festa, onde a palavra, muitas vezes, labiríntica e bem costurada, habilmente nos carrega para este jogo de olhar. Alguns personagens não desgrudam da mente, “Lambe Lambe”, “Cara de chuva”, “Faça-Faça”, “Verdelírio”... A melancolia também ronda a escrita do observador/construtor de paisagens, cenários e atmosferas. Marcio Renato dos Santos é escritor, jornalista, curador de eventos culturais e agitador cultural. Ocupa a cadeira 36 da Academia Paranaense de Letras. O contista é autor dos livros: Minda-au , Finalmente Hoje , A Certeza das Coisas Impossíveis , A Cor do Presente ... A provocação do instigante texto,...

Nós da província: diálogo com o carbono

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  Hoje tem Nós da província: diálogo com o carbono (Editora 7Letras, 2005), do Carlos Machado: A Praça Osório, no centro de Curitiba, é obsessão dos narradores de Carlos Machado, principalmente nos primeiros livros do autor, hoje com 9 títulos publicados. Em Nós da província: diálogos com o carbono , a segunda obra do escritor, a Osório é quase onipresente, seja mero trajeto de um assassino, no conto “Suavidade pálida de um dia de sol”, ou cenário recriado por um escritor, em “À mesma hora de todos os dias”. Há uma tese sobre a Osório elaborada pelo narrador de “Éphémère”: “Curitiba tem praças e mais praças, parques e mais parques, mas a praça Osório exerce um fascínio delirante, único e sem cabimento. A imagem da cidade é celebrada por esse lugar.”  O narrador cita meninos que usam o chafariz como piscina no verão, para em seguida retomar a pensata: “O sol sempre leva as pessoas a saírem de casa e caminharem por lugares, e quando vão à Osório encontram sempre coisas agradáve...