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Leitura de Ouvido

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  Em 3 de março do ano 2020, Diana Pasquim e Lucas Piaceski publicaram a primeira experiência de Leitura de Ouvido. Era uma sexta-feira e, desde então, toda sexta eles disponibilizam um novo conteúdo inédito, gratuitamente. "Já são mais de mil horas de áudio dramas com sonorização cinematográfica. Até hoje foram 28 mil inicializações, de 5.3k ouvintes em 25 países e mais um índice de países não identificados", conta Daiana. Leitura de Ouvido é, na definição de Daiana, o podcast que transforma linhas de obras literárias, de autores de todo o mundo, em ondas sonoras. "Bancado do nosso próprio bolso desde a criação, inserimos o projeto no financiamento coletivo", informa Daiana, indicando o link em que os interessados podem contribuir para a ampliação do projeto: https://www.apoia.se/leituradeouvido No dia 30 de maio Daiana participa, com Salva Ferraz, da décima terceira edição de "Às vezes, aos domingos". O encontro acontece a partir das 17 horas no ...

Daiana Pasquim na décima terceira edição de "Às vezes, aos domingos"

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  A décima terceira edição de "Às vezes, aos domingos" tem como convidadas Daiana Pasquim e Salma Ferraz. O encontro acontece em 30 de maio, a partir das 17 horas, no Instagram @daianapasquim. Seguindo o modelo da proposta que idealizei em parceria com o Guido Viaro, as escritoras vão se entrevistar e ler textos autorais.   Mas, afinal, que é Daiana Pasquim?   Ela mesma responde: "Sou uma mulher apaixonada pelas histórias que têm os textos (orais e escritos) como propósito de vida. Como jornalista e como professora, cultivo meus próprios empreendimentos, criando projetos que são meu ganha-pão e ganha-vida, pois é o que nutre minha alma. Neste momento, estudo a língua francesa, para pleitear o doutoramento em Literatura".   Paranaense de Mandaguari, vive em Pato Branco, no Sudoeste do Estado, desde o ano 2000. Jornalista, é licenciada em Letras Português e Literaturas em Língua Portuguesa na Universidade Federal de Santa Catarina, possui especialização em...

Te amo lá fora

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Extroversão pode ser extorsão

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  Piada não tem necessariamente relação com humor.   A tese, mais do que conhecida, é obsessão da Aninha. A engenheira química não ri de piada. As piadas, em geral, ela e você sabem, tentam dissimular racismo, misoginia, discriminações, tantos preconceitos.   A curitibana tem convicção de que humor é outra coisa. É, entre possibilidades, visão de mundo, crítica. Ela gosta de comentar que pode ter mais humor em um casmurro resmungando do que nesses sujeitos que, antes do início da pandemia, pretendiam entreter plateias em clubes de comédia, churrascos e encontros em que ingerir álcool era obrigatório.   Se o sujeito gosta de contar, conta e ri da própria piada, neste caso, Aninha destaca, ele merece detenção sem julgamento.   As cinco, seis amigas que estão no Zoom, cada uma em sua casa, bebendo vinho, todas riem – Aninha continua sem mostrar os dentes, talvez irritada ou segurando o riso.   Verônica ri, aplaude, diz que a tese é perfeita...

Motim

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Dia da Marmita

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  – Escuta, vem cá.   – Hein?   – Só hoje.   – O quê?   – Não vai se repetir.   – Como?   – Vamos lá?   – Onde?   – Estou com fome.   – Eu também.   – Dizem que tem carne, massa e nenhum vegetal.   – Sério?   – O chope é geladíssimo.   – Cu de foca?   – Sim.   – Agora eu vi vantagem.   – Na foca ou no…   – Que é isso, tá pensando que eu…   – Bóra, então?   – Demorô.   – Afinal, parado não emagrace.   – Nem me fale em emagrecer.   – Seria incapaz de tocar nesse assunto.   – Por quê?   – Tenho outra urgência.   – Qual?   – Preciso comer.   – Eu também.   – Mas tem um problema.   – Que problema?   – Estou sem grana.   – Sério?   – Seríssimo.   – Então por que você…   – Me confundi. ...