domingo, 28 de novembro de 2010

Minda-Au na Livrarias Curitiba de Londrina


Se houvesse mais gente como o Jeovahrley de Souza, sem dúvida, o mundo seria mais interessante. Ele é um dos leitores mais curiosos que conheço. Tive a oportunidade de trabalhar com ele na Imprensa Oficial do Paraná, em 2001. No último sábado, dia 27, o Jeovahrley, inesperadamente, foi me encontrar em Londrina, na Loja da Livrarias Curitiba, no Catuaí Shopping. Eu estava promovendo o lançamento de Minda-Au no Norte do Paraná. Surpresa e alegria imensas. O clique, desta foto, é da Nilza Stipp, esposa dele. Grande Jeovahrley, o sujeito que encontra na leitura e na reflexão uma maneira de ser e estar neste mundo.


No último sábado, 27 de novembro, conheci o Thiago Oliveira, de 22 anos, um leitor. Inteligência faiscante, ele passeava pelas dependências da Livrarias Curitiba de Londrina, no Catuaí Shopping. Levava uns livros do Bukowski e, ao ser informado de que eu estava lançando Minda-Au, quis saber sobre o meu livro. Conversamos durante 180 minutos, ele saiu com o livro e um autógrafo, e eu com a alegria de ter conhecido uma pessoa inteligente, inventiva e, ainda, um escritor que em breve publicará o seu primeiro romance. Viva.


O João Marcos estava com um exemplar de O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, nas mãos. Iria para a casa com o clássico da literatura mundial, mas parou para saber o que é Minda-Au. Na noite de 27 de novembro, o João Marcos, leitor, músico e prosador, desistiu de levar para casa O Pequeno Príncipe, e optou por Minda-Au. Roqueiro, ele atua no comércio e anuncia que em 2011 publica o seu primeiro livro de ficção, com título a ser definido.


Minha passagem por Londrina foi ótima, e isso se deve ao empenho de Leandro Cavichiolo, o gerente da Livrarias Curitiba situada no Catuaí Shopping, em Londrina. Ele me recebeu no aeroporto, me ciceroneou pela cidade, me levou para almoçar, para conhecer a loja e, no detalhe desta foto, estamos no aeroporto, na manhã do domingo 28. Grande Leandro, leitor, conhecedor dos livros e do ser humano. Agradeço a Marcos Pedri, João Alécio, aos colaboradores da Livrarias Curitiba e ao Leandro, por tudo.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

No Jornal de Londrina

Hoje, sexta-feira, dia 26 de novembro, saiu uma matéria sobre Minda-Au no Jornal de Londrina. Contei ao jornalista Fábio Luporini, por exemplo, como comecei a ler, algo que eu não havia dito para ninguém. O texto do repórter ficou bacana, cheio de bossa, velocidade e energia. Amanhã, dia 27, estarei em Londrina, para um bate-papo seguido de sessão de autógrafos na Livrarias Curitiba do Catuaí Shopping. Quem quiser conferir a reportagem de Fábio Luporini, é só clicar em: http://tinyurl.com/3akr7r5

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Maureen Miranda Apresenta

Hoje, dia 25 de novembro, quinta-feira, sou o convidado do projeto Maureen Miranda Apresenta, no Paço da Liberdade Sesc PR, em Curitiba. A partir das 19 horas, serei entrevistado pela atriz e diretora de teatro. O encontro acontece na Sala de Atos, e a entrada é franca. Em seguida, tem sessão de autógrafos de Minda-Au.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

No Jornal Comunicação da UFPR

Guilherme Sobota, do curso de Comunicação Social da UFPR, publicou uma reportagem no Jornal Comunicação sobre Minda-Au. Texto simpático, com muita bossa. Quer ler? Eis o atalho: http://tinyurl.com/22s4gvg

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Livrarias Catarinense


No sábado 20 de novembro, estive em Florianópolis, na Livrarias Catarinense, do Beiramar Shopping.


O contista Luiz Antonio da Silva, também assistente de marketing da Livrarias Catarinense, marcou presença no lançamento de Minda-Au em Florianópolis.


A equipe da Livrarias Catarinense preparou a loja do Beiramar Shopping, incluindo um banner, feito exclusivamente para a noite do lançamento.


Juarez Vidal, supervisor de varejo da Livrarias Catarinense, no lançamento de Minda-Au em Florianópolis.


Exemplares de Minda-Au na vitrine da Livrarias Catarinense do Beiramar Shopping.


Ao Marcos Pedri, ao João Alécio, ao Luiz Antonio da Silva, ao Juarez Vidal, aos colaboradores da Livrarias Catarinense: todo o meu muito obrigado, pela oportunidade, pelo apoio, pelo espaço, pela generosidade e por acreditarem na minha ficção.

sábado, 20 de novembro de 2010

Igual, mas diferente

A impressão que se tem de uma cidade depende da maneira como se é recebido no local. Porto Alegre, para mim, é sinônimo de livros, de convívio e de alegria. Em 2002, aterrissei pela primeira vez na capital gaúcha para uma temporada de 40 dias e outras 40 noites.

Naquele ano, o Paraná foi o estado convidado e, como eu fazia parte da equipe da Imprensa Oficial do Paraná, o diretor-presidente, Miguel Sanches Neto, me designou para estar de corpo presente durante o período do evento.
Foi uma experiência que me deixou com ótima impressão dos gaúchos. Eu acompanhava autores paranaenses que participavam de mesas, frequentava o estande do Paraná, que tinha os livros de obras sobre o estado e títulos de autores paranaenses, e ainda convivia com os responsáveis pela Feira do Livro de Porto Alegre, o maior evento literário a céu aberto realizado nas Américas.

Tudo, absolutamente tudo, em Porto Alegre se fez, naquele contexto, lindo diante das minhas retinas. O Rio Guaíba, as ruas, as pessoas, a comida, a bebida, Porto Alegre, de maneira geral, foi o cenário de uma de minhas temporadas mais incríveis no planeta.

Mas aquilo tudo teve um fim, voltei para o Paraná e oito anos se acumularam no meu caminho.

Naquele tempo, início dos anos 2000, eu já escrevia ficção: há exatos 20 anos produzo, continuamente, contos. No feriado. No fim de semana. E principalmente de segunda a sexta-feira. Publiquei em jornais e revistas, até mesmo em sites, mas evitei ao máximo ter um livro publicado. Até que agora, em 2010, tive uma surpresa imensa.

Após enviar sete contos para a Editora Record, uma tarde, recebi a informação de que o meu livro seria publicado.

Minda-Au, reunião de meus contos, já saiu, está nas vitrines e prateleiras de inúmeras livrarias de todo o Brasil. Há mais de 30 dias que a obra apareceu e até agora ainda não absorvi o fato.

Há uma semana, retornei a Porto Alegre. Dessa vez, como autor convidado para falar em duas mesas em meio à programação oficial da 56.ª Feira do Livro de Porto Alegre. Ao chegar ao saguão do Aeroporto Salgado Filho, uma placa com o meu o nome, nas mãos de um sujeito do receptivo da feira, mostrava que algo mudou depois que o livro chegou.

A cidade para onde fui, a capital gaúcha, talvez seja a mesma, a Feira de Poa, também. Multidões pela Praça da Alfândega em busca de um livro ou das palavras de um autor que, como eu, foi convidado e escalado pela Câmara Rio-grandense do Livro para falar sobre algo que diz respeito ao evento que leva as pessoas para as ruas do centro de Porto Alegre e que se irmanam devido ao efeito da feira.

Ao caminhar pelas ruas gaúchas comecei a me dar conta que o que mudou, se é que houve transformação, foi algo que aconteceu comigo. Estou menos ansioso, não quero aproveitar ao máximo tudo, como se o tudo fosse acabar. Em 2002, eu quase não dormia e estava o tempo todo interessado em conhecer uma rua, um parque, um museu, um algo qualquer; hoje já consigo sorver apenas uma rua ou uma praça.

Dessa vez, não saí de táxi em busca de algo que talvez nem tenha perdido na capital gaúcha. O entorno da Praça da Alfândega, onde fiquei alojado, foi mais do que suficiente.

O mundo pode ter se modificado demais nesses oito anos, tecnologias chegaram, mudaram, mas depois de ter voltado a Porto Alegre, agora com livro publicado, senti eu mesmo que já sou outro, diferente, mas também igual, parecido com o menino que um dia fui e que pretendo continuar sendo.

Crônica publicada na página 5 da edição do sábado 20 de novembro de 2010 do Caderno G, suplemento de cultura da Gazeta do Povo.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Na Zero Hora

O jornalista e escritor Carlos André Moreira, que atua no jornal Zero Hora, publicou em seu blog um balanço da 56ª Feira do Livro de Porto Alegre e, para arrematar o texto, me citou, nominalmente, inserindo uma frase que falei em uma das mesas das quais participei no último dia 13. Quer conferir? Eis o atalho: http://tinyurl.com/29dzb7y

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

56ª Feira do Livro de Porto Alegre

A Câmara Rio-Grandense do Livro me convidou para a 56ª Feira do Livro de Porto Alegre. No sábado, dia 13, participei de duas mesas e ainda autografei meu livro de contos, Minda-Au, no pavilhão de autógrafos, na Praça da Alfândega. No detalhe desta foto, Antonio Holfeldt, crítico literário, de teatro e ex-vice governador do Rio Grande do Sul, eu, e Luís Augusto Fischer, escritor e professor universitário. Estávamos no Auditório Barbosa Lessa, no Centro Cultural Erico Verissimo. O bate-papo, assim como a Feira, foi excelente.


Tive a oportunidade de falar para mais de 40 pessoas sobre a importância da mediação da obra de arte para o público. Sou mestre em Estudos Literários pela UFPR e escrevo resenhas de livros há 10 anos no jornal Rascunho e desde 2007 na Gazeta do Povo. Comentei sobre os impasse que é o pouco tempo entre a leitura de uma obra e a produção do texto para o jornal. Salientei que a leitura sistemática amplia o repertório e o exercício de publicar uma resenha no calor em que uma obra é veiculada se torna um desafio permanente e sedutor.


A Feira do Livro de Porto Alegre é o maior evento a céu aberto, ligado a livros e leituras, que acontece nas Américas. Há uma soma de forças para viabilizar essa maravilha. Tudo funciona bem. Desde que o convidado aterrisa no Aeroporto Salgado Filho, incluindo o receptivo, o translado, veja eu aí, relaxando, entre o Aeroporto e o Grande Hotel. Da hospedagem, em um excelente hotel, à alimentação, incluindo o astral da equipe, tudo, mas tudo mesmo é uma maravilha em Porto Alegre em meio a essa festa linda.


Veja só: Minda-Au, meu livro de contos, a minha estreia na ficção, em destaque na 56ª Feira do Livro de Porto Alegre. A Editora Record enviou exemplares, que estavam disponíveis no pavilhão de autógrafos e também nas muitas barracas, distribuídas pela Praça da Alfândega, onde multidões circulam em busca de livros e das palavras dos autores.


Um colega, da equipe da 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, segura um exemplar de meu livro, Minda-Au, no sábado dia 13 de novembro de 2010.


Também participei de um outro bate-papo, a respeito de literatura e mídias, dividindo espaço com Ricardo Barberena, Lúcia Mattos e o meu amigo Carlos André Moreira, escritor e jornalista da Zero Hora. A mediação foi de Edgard Kirchof, e o enconto se deu na sala O Retrato, dentro do Centro Cultural Erico Verissimo.


No encontro a respeito de literatura e mídias, no qual estive presente, o Carlos André Moreira, escritor e jornalista da Zero Hora, brilhou muito. Palmas para ele.


Agradeço aos amigos e amigas de Porto Alegre, em especial: Jussara Rodrigues e Sandra La Porta, da Câmara Rio-Grandense do Livro, o meu muito obrigado pelo convite e pela oportunidade de estar presente neste que é um dos eventos mais interessantes do Brasil. Parabéns. Foi um prazer e uma honra poder passar dois dias aí, em meio ao celebrar a vida, o livro, as ideias e o encontro. Viva. Agradeço também a Sergio Napp e sua esposa, bem como Luciana Thomé e o seu marido, com quem tive a oportunidade de me reencontrar. No mais, Viva a Feira do Livro de Porto Alegre.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Minda-Au faz sucesso na Livrarias Curitiba - 10 de novembro



Sucesso absoluto o bate-papo, seguido de sessão de autógrafos, que aconteceu na noite de ontem, dia 10 de novembro, na Livrarias Curitiba do Shopping Estação, em Curitiba. As dependências da loja estavam cheias. No detalhe, eu contando ao público sobre o meu processo de criação.


A atriz e diretora de teatro Maureen Miranda leu trecho dos contos "Sub" e "A guitarra de Jerez", os texto de Minda-Au que ela mais gosta.


Uma turma do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Paraná (UFPR) esteve no bate-papo.


O amigo, cronista, jornalista da Gazeta do Povo, professor da UFPR, o mestre, o doutor José Carlos Fernandes, me deu a honra de ter a sua presença na Livrarias Curitiba do Estação.


Dary Jr, da banda Terminal Guadalupe, também marcou presença e leu um trecho do conto "Os homens sem alma", que ele pretende musicar e transformar em uma canção, que será lançada em álbum em abril de 2011.


Hélio Brandão, um dos mais renomados músicos em atividade em Curitiba, lendo Minda-Au.


Agradeço a todos que prestigiaram o evento, aos alunos da UFPR, ao José Carlos Fernandes, ao Hélio Brandão, Maureen, Fabiola, Fabiana, João Alécio, Marcos Pedri, familiares e ao grupo Record, em especial, Luciana Villas-Boas por tornar a minha presença no mundo da ficção algo real.


Minda-Au em exposição na loja da Livrarias Curitiba do Shopping Estação.


Marcos Pedri, João Alécio e todos os colaboradores da Livrarias Curitiba, muito obrigado.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Hoje tem Minda-Au na Livrarias Curitiba do Estação


Hoje, dia 10 de novembro, participo de bate-papo sobre Minda-Au na Livrarias Curitiba do Shopping Estação (Av. Sete de Setembro, 2775). A entrada é franca. E o livro, publicado pela Record, estará sendo comercializado a R$ 19,45. Vamos lá?

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Minda-Au na Livrarias Curitiba: nesta quarta 10


Olá, nesta quarta-feira, dia 10 de novembro, participo de um bate-papo na Livrarias Curitiba do Shopping Estação, na Avenida 7 de Setembro, 2.775, no Centro de Curitiba. A partir das 19h30, estarei conversando com o público. Depois, tem sessão de autógrafos e uma surpresa musical. Convido a todos. Aproveito para dar meu testemunho a respeito da Virada Cultural de Curitiba, que aconteceu do meio-dia do sábado 6 até às 17 horas do domingo 7. Foi um sucesso. Pelas contas da prefeitura de Curitiba, mais de 200 mil pessoas circularam pelos eventos gratuitos. Shows de Paulinho da Viola, Sandra de Sá, Arrigo Barnabé, Mart'Nália e Erasmo Carlos atraíram cerca de 50 mil pessoas para a região do Paço da Liberdade Sesc Paraná. O Panelaço, na Sala Ivo Rodrigues, foi outro ponto alto. O Terminal Guadalupe, de Dary Jr, realizou uma das performances mais arrebatadoras. Violins, Los Porongas, Anacrônica e Blindagem também mandaram muito rock-and-roll. O Setor Histórico viabilizou trânsito permanente para curitibanos e curitibanas desfilarem com sorrisos nos rostos. O Copacabana Club fez uma multidão dançar na manhã de domingo. A Feira do Largo da Ordem se amalgamou com a Virada. Bares e restaurantes lotados. E, de acordo com a Polícia Militar, não foi registrada nenhuma ocorrência grave. A Virada levou muita gente para o centro.
Agora, vamos dialogar com esse clima e marcar um encontro na Livrarias Curitiba do Estação nesta quarta? A ideia é deixar você, leitor, com o microfone. Para você perguntar, comentar, criticar, enfim, falar do livro. E, para quem ainda não leu, fica também o convite: vamos lá? Que tal? Espero todos. Um abraço, outro beijo, do Marcio.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Um brinde ao Terminal Guadalupe


No lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, no Quintana, Marcio Reinecken, Rhodrigo Deda e Dary Jr no brinde. Esta é a última foto do lançamento que divulgo aqui. E é preciso explicar o motivo. No momento em que foi feito o registro da imagem que você vê, os quatro sujeitos desejavam vida longa ao Terminal Guadalupe, banda de Dary Jr, que neste sábado, dia 6, é um dos destaques da Virada Cultural de Curitiba. O conjunto de Dary Jr se apresenta no Teatro Universitário de Curitiba (TUC). Dary Jr diz que seria a última apresentação do Terminal Guadalupe em Curitiba. Mas fica aqui um pedido: caro Dary Jr, siga em frente, a sua banda fez História, faz História, é parte da História, por isso, vamos lá, é preciso fazer soar as canções, com os seus acordes, e principalmente com a sua presença, que torna a cena cultural de Curitiba, e do Brasil, muito mais viva, mais vibrante e mais inteligente. Em frente, Dary Jr. Força sempre.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Rômulo Zanotto


Rômulo Zanotto no lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, em Curitiba, no Quintana.

Danuza e Xambau


O casal Danuza e Xambau Talamini durante o lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, no Quintana, em Curitiba.

Margareth Fuchs e Simone Botelho


Margareth Fuchs, gerente da rede de bibliotecas escolares da cidade de Curitiba e a bibliotecária Simone Botelho durante o lançamento de Minda-Au, no Quintana, dia 27 de outubro.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Maria José Pereira


Maria José Pereira, a Mazé, do núcleo de diversidade e gêneros da Prefeitura de Araucária, no lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, no Quintana, em Curitiba.

Luidiná Stupak e família


A pedagoga Luidiná Stupak com os filhos Mateus e Tiago no lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, em Curitiba, no Quintana.

Reginaldo e Deonice


Reginaldo Luiz Baasch, engenheiro cartográfico, e a sua esposa Deonice, durante o lançamento de Minda-Au, no Quintana, dia 27 de outubro, em Curitiba.

Família Biscaia


O casal de pedagogos Luiz Antonio Biscaia e Dinueli, com o filho João, durante o lançamento de Minda-Au, no Quintana, em Curitiba, dia 27 de outubro.

Silvestre Staron


Silvestre Staron, topógrafo que atua na Prefeitura de Araucária, no lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, no Quintana, em Curitiba.

Vitor e Guilherme Cunha Pereira


Vitor, meu filho, e Guilherme Cunha Pereira, da vice-presidência do GRPCOM, grupo do qual a Gazeta do Povo faz parte, durante o lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, no Quintana, em Curitiba.

Meu pai e meu irmão


Luiz Carlos dos Santos, meu pai, Guilherme Luiz dos Santos, meu irmão, e a imagem de Mario Quintana ao fundo, durante o lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, em Curitiba.

Rafael Carlos dos Santos


Rafael Carlos dos Santos, meu irmão, engenheiro, com o seu filho Arthur, meu sobrinho, no lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, no Quintana.

Daniel, Fabiola e Alessandra Moretti


Daniel Carvalho Dias, baterista, Fabiola Mann, empresária e bailaora, e Alessandra Moretti, roteirista e publicitária, no lançamento de Minda-Au, no Quintana, dia 27 de outubro.

Rhodrigo Deda e Dary Jr


Rhodrigo Deda, advogado e jornalista, e Dary Jr, líder da banda Terminal Guadalupe, no lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, no Quintana, em Curitiba.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Fabiola Mann


Fabiola Mann, bailaora, empresária, proprietária da http://www.lunaresflamenco.com.br/ e, principalmente, minha esposa, no lançamento de Minda-Au, no Quintana, em Curitiba, dia 27 de outubro.

Carlos e Maureen Miranda


Carlos Miranda, músico, e Maureen Miranda, atriz, diretora de teatro e artista plástica, no lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, no Quintana, em Curitiba.

Daniel Carvalho Dias


Daniel Carvalho Dias, baterista, no lançamento de Minda-Au, no Quintana, em Curitiba, dia 27 de outubro.

Tia Clarice e Júnior


Tia Clarice e o seu filho, o Júnior, no lançamento de Minda-Au, no Quintana, dia 27 de outubro, em Curitiba.

Sandra Solda


Sandra Solda, jornalista, e amiga, no lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, nas dependências do mais relevante restaurante de Curitiba, o Quintana.

Alessandra Moretti - parte 2


Alessandra Moretti, minha madrinha de casamento, também roteirista e publicitária, no lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, no melhor restaurante de Curitiba, o Quintana.

Julia Moreira dos Santos


Julia Moreira dos Santos, a minha mãe, durante o lançamento de Minda-Au, dia 27 de outubro, no Quintana, o melhor restaurante de Curitiba, um dos melhores do país.